segunda-feira, 29 de outubro de 2012

LIMINAR IMPETRADA COM VISTAS A REABERTURA DO ABATEDOURO PÚBLICO DE ASSU SERÁ JULGADA DIA 8 DE NOVEMBRO

Embargado desde o dia 28 de setembro por decisão da Justiça Federal em resposta a uma interpelação impetrada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMbio), o Abatedouro Público Prefeito Sebastião Alves Martins, em Assu, depende do julgamento de uma interposição judicial contra tal ato para que possa voltar a operacionalizar. Este julgamento está programado para o dia 8 de novembro, uma quinta-feira, na esfera do Tribunal Regional Federal (TRF) 5ª Região, sediado em Recife, capital pernambucana. A informação foi prestada pelo secretário municipal de Desenvolvimento Rural da Prefeitura do Assu e gestor do logradouro, agrônomo Paulo César de Brito. "O recurso já deu entrada por parte da nossa assessoria jurídica e estamos esperando pelo julgamento", frisou. O auxiliar da prefeitura não explicitou claramente os motivos da interdição, se limitando apenas a dizer que ela ocorreu pelas mesmas razões que, poucos meses antes, havia se observado idêntico embargo por decisão da 11ª Vara Federal, instalada no próprio município. Naquela oportunidade, a prefeitura obteve uma liminar que permitiu a reabertura do abatedouro. Agora, todavia, a ação foi ingressada no TRF 5ª Região. Por conta disso, explicou o secretário, não resta alternativa senão aguardar pelo pronunciamento do TRF em relação à petição reparadora apresentada pela assessoria jurídica do município. "O abatedouro está fechado. Não está tendo abate [de animais] no abatedouro", ressaltou Paulo Brito. Ele adiantou que os animais que geralmente seriam abatidos em Assu estão passando por este processo em municípios próximos, citando como exemplos as cidades de Itajá, São Rafael e Janduís.  Paulo Brito afirmou que o produto animal que está chegando à mesa da população do Assu provém destas cidades, mas esclareceu que ela é submetida a todo um trabalho de inspeção veterinária conforme preconizado pelos órgãos de saúde pública. "Até que se resolva a situação do município do Assu nós estamos absorvendo esses produtos dessas cidades vizinhas por entender que os produtos entregues são de boa qualidade", manifestou o secretário municipal. Na manhã desta segunda- feira, dia 29 a InterTV Cabugi, afiliada no estado à Rede Globo de Televisão exibiu uma matéria gravada na semana passada mostrando a situação de interdição vivenciada pelo abatedouro local por falta de licenças ambientais, e os efeitos causados pelo caso. CLIQUE AQUI e veja.

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